quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Como tudo começou...

Depois que o seu Celso (meu pai) assinou ADSL aqui em casa (e não me perguntem, por favor! Não me perguntem o que ADSL, pois eu só sei que é internet de qualidade). Eu me vi pronta para escrever nos murais da vida.

Mas eu estava sem ideias. Só a minha prima Maira me botando a maior pilha "Tu tem que ter um feice!"
Foi num supermercado que eu vi dois rapazes conversando. Um falava quase ininterruptamente sobre o tal “meu blog”. Outro falava de outros blogs. Mas eu estava entendendo. Eram citações sobre coisas cotidianas. O rapaz que mais falava queria escrever um livro. Não conseguiu, mas tinha uns 50 seguidores no blog.

Aí, me dei por conta! “É claro! Um blog! Esse rapaz é feliz e não sabe! Ele tem um espaço para anotar tudo o que falarem pra ele... tudo que ele pensar... simplesmente tudo!” Cheguei em casa, coloquei a mortadela na geladeira, o pão no cestinho e me joguei no computador. “Deixa eu achar um blog...”

Primeiro li dos famosos... mas sabe que deixar celular cair e bancar a festa do filho do afilhado do primeiro namorado não são prioridades na minha vida? Decidi me unir aos reles mortais. Unir-me aos que trabalham de 8 a 12 horas por dia e recorrem ao blog pra dividir coisas.

E fui me fascinando por poemas, por autores, por lirismo puro e impuro, por fanáticos e paranoicos... e, se querem saber: eu sou uma de vocês. Ainda estou começando, não sei bem como usar os recursos blogueiros e estranho suas gírias. Mas conheci gente bem-humorada e já estou seguindo alguns desses blogs. Não sonho muito com a fama, mas ela pode vir.

Começou assim... e eu ainda espero que me gostem. Pelo menos uma vez por semana estou por aqui.

;-)

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Olá.


Confesso que nunca me vi como escritora. Nunca, em toda a minha vida (e são pouco mais de 20 anos), eu imaginei que ia me engajar em um mundo como esse dos blogs. Como alguns de vocês devem saber, sou professora. Comecei a carreira na cidade de Guaíba (bem pertinho de Porto Alegre) e por enquanto, sou professora na Capital.

Leitura me faz falta. E livros bons são caros. Em um acordo com o seu Celso (meu pai), consegui botar banda larga aqui na minha casinha (do seu Celso também). Então estou eu aqui, conhecendo o WWW*.

Olhei para todo esse conhecimento de mundo, para todas essas ideias e pensei... nem facebook, nem Whatz, nem nada que tome muito do meu tempo. (Tenho planejamentos a fazer, provinhas para corrigir, e um País inteiro por mudar.)

Decidi, depois de quase um mês vendo coisas que essa tal de internet tem. Aliás, eu tenho uma prima que vivia me dizendo pra ter um facebook, pra colocar ideias no mural, para compartilhar fotos de projetos.

Não quero. Não quero parecer exibida, nem moderninha. Eu queria só um cantinho, de preferência só meu... e que as pessoas viessem até mim, pra dar uma olhadinha.

Decidi, não porque o tempo não deixa, mas porque eu tenho mais o que fazer dele, e não porque eu não poderia ficar horas, dias, fins de semana ou o resto da vida, de bobeira nas redes sociais...

Ah, sim... Decidi ser blogueira. Não gostei muito dessa paradinha de apelidos “bruxinha, gatinha, manhosinha”... eu tenho até nojo de “inha”. E eu sou mulher! Não “mulherzinha”.

Então... de Andréia, saiu “Déia” mesmo. Sei que não foi lá muito original, mas é o que a casa oferece!

Espero que gostem!

*World Wide Web