1º aluno: Anderson
- Professora, eu sei que é a última prova do ano, mas me dá uma chance!!!
- Eu te dei chance o ano inteiro, o que mais tu quer de mim?
2º aluno: Dênis
- Professora, o que é pra fazer nesse exercício aqui?
- O que está escrito aí?
- Separe as sílabas.
- E qual é a tua pergunta?
- Professora, o que é pra fazer aqui?
- É, também ando me perguntando isso...
3º aluno: Lucas
- Ô sora! Que chatice isso! É muito injusto só eu da minha turma ter ficado nas aulas de recuperação.
- Do jeito que tu te comporta nas aulas, tu queria sair mais cedo?
- Sim.
- Olha, eu estudei a vida toda e sempre tentei ser a melhor aluna e a melhor professora. Quando tu ficou de recuperação, tu não ficou sozinho. Eu também fiquei. Quem é que está de castigo? Tu que não se comportou ou eu, que dei o melhor de mim?
4º aluno: Lenon
- Claro que esses outros tão aqui. São tudo burro!
- Acho melhor te lembrar que os outros quatro estão aqui por décimos de pontos. Se eu somasse todas as tuas notas, Lenon, tu não tiraria a metade do que eles tiraram em um trimestre.
5º aluno: Nelson
- Quer me dar zero? Me dá, que eu não tenho medo de zero!
- Bom, eu vou te dar zero pela atitude. E tu só precisava de um ponto de comportamento para passar... Precisava mesmo brigar comigo?
Esses 5 ficarão comigo nas quintas séries. De novo.
Eu vou dar uma pausa no blog, para as merecidas férias.
Mas acho que antes do ano-novo eu posto mais alguma coisa.
Do contrário, feliz ano-novo!
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
sábado, 20 de dezembro de 2014
Tudo bem?
“Tudo bem
Deia?
Que belo
sobrenome, esse é um daqueles que você pensa que você queria ter um assim...
Enfim vi
que você quer dicas para o blog, mas creio que isso é muito pessoal, poste sua
opinião e o que você gosta, mas renove também, não se mantenha ao que já foi
feito e crie...pode escrever textos, poemas, resenhas, creio que você deve ser
otima nisso, mas faça o que achar melhor, pois você é dona dele e se tiver um
leitor assiduo, mesmo que escondido(acredite vai ter muitos) você fez um otimo
trabalho.
Alias
como professora, deve ter otimas historias, ou historias de vida que queira
compartilhar conosco também.
Não tenha
vergonha, pois na internet pode ser o que quiser...menos uma pessoa ruim e
maligna...tá, pode ser, mas não é muito legal isso.”
Gabriel...
Que amor esse guri!
Com guias como ele meus textos vão ter mesmo que ficar bons!
Tenho feito contato com alguns bogueiros por e-mail.
Se vocês quiserem, podem entrar em contato comigo também, assim como o Gabriel.
Eu só devo demorar um pouco, já que vou dar aulas e recuperações até 22/12.
Mas até lá, devo atualizar este cantinho sempre que eu puder.
Beijos!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Uma pequena coletânea das coisas que eu não sei
Eu não sei se:
2. Devo ensinar amor à pátria aos meus alunos, considerando que o país é uma mentira desde a fundação até os nossos tempos;
3. Vou me dedicar à casa nestas férias ou se me refugio para o litoral e descanso;
4. Faço faculdade em Letras e sigo meu sonho ou se procuro uma mais lucrativa;
5. Devo ligar para meu amigo ou minha amiga, sendo que eles são ex-namorados e gosto tanto de um como de outro;
6. Devo trocar o dia pela noite nas férias, como fiz das outras vezes;
7. Eu vou evoluir mais nessa vida de alguma forma, seja ela financeira ou profissional, como ainda no emocional e sentimental;
8. Compro um gato ou um cachorro... Ou ainda uma bicicleta;
9. Sigo só com as minhas quartas séries, ou tento um projeto maior;
10. Eu posso me aproximar de alguém que estou conhecendo pela internet.
Se você tiver opinião sobre qualquer uma dessas perguntas, pode colocar nos comentários ou me mandar um e-mail.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Rapidinhas:
1)
- Tu não tá vestida como uma professora! Parece mais uma adolescente.
- Reclama lá no sindicato, vai!
2)
- Quem largou esse material aqui na poltrona?
- Repara não, querida. Mas se não me falha a memória, é material de Química. Reclama com a tua amiga, ali no fumódromo. Aproveita e termina esse cigarro.
3)
[prof1] - Agora que ela entrou no terceiro ano, tá se achando mulherzinha e tá fácil de pegar.
[prof2] - Já era antes. Mas agora acho que até com os professores...
[eu] - Não se preocupem com o processo por sedução de menor. Afinal de contas, duvido que vocês peguem, mesmo...
4)
- Tu é louca! E no caso de louco, é melhor não contrariar!
- Louca é tu, se discordar de mim!
7)
- Meu sonho é com uma louça digital. Aí eles só precisam copiar e colar eletronicamente.
- E assimilação (dos conteúdos) zero, né?
6)
- Teu projeto é bom. Mas me fala o que ele não tem.
- Uma idiota no planejamento.
Parem, pessoal. Sério. Eu não sou louca, mas vocês estão me atentando...
- Tu não tá vestida como uma professora! Parece mais uma adolescente.
- Reclama lá no sindicato, vai!
2)
- Quem largou esse material aqui na poltrona?
- Repara não, querida. Mas se não me falha a memória, é material de Química. Reclama com a tua amiga, ali no fumódromo. Aproveita e termina esse cigarro.
3)
[prof1] - Agora que ela entrou no terceiro ano, tá se achando mulherzinha e tá fácil de pegar.
[prof2] - Já era antes. Mas agora acho que até com os professores...
[eu] - Não se preocupem com o processo por sedução de menor. Afinal de contas, duvido que vocês peguem, mesmo...
4)
- Tu é louca! E no caso de louco, é melhor não contrariar!
- Louca é tu, se discordar de mim!
7)
- Meu sonho é com uma louça digital. Aí eles só precisam copiar e colar eletronicamente.
- E assimilação (dos conteúdos) zero, né?
6)
- Teu projeto é bom. Mas me fala o que ele não tem.
- Uma idiota no planejamento.
Parem, pessoal. Sério. Eu não sou louca, mas vocês estão me atentando...
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Não rolou o evento...
Pois é, meus queridos. Devido a um fim de semana
movimentado, não pude ir ao Parque da Redenção e fiquei sem ver o “mini evento”
que aconteceu por lá.
Alguns amigos meus me falaram que não deu em nada, mas li
uns comentários no facebook do Gustavo dizendo que foi um ótimo evento. Não bastando
isso, o Gustavo foi, e eu não. Que ironia, não? Uma pena, afinal eu estava
precisando descontrair um pouco. Vou voltar à vidinha de planejamentos e
aulinhas, porque essas eu não tenho como escapar.
Aliás, já estamos na semana de provas. O quer dizer que
talvez eu não possa postar com a frequência habitual, porque nesses casos eu
tenho de fazer tudo em dobro: mais planos de aula, planos de revisão, provas e
recuperações.
Bem, deixem-me parar de queixumes... Quem é que tem saco pra ler isso?
Se alguém souber de outro evento nas proximidades de Porto
Alegre, por favor, me avisem por aqui ou pelo e-mail: deiabelmonte88@gmail.com.
Se vocês foram, me contem como foi. Tem fotos? Podem mandar
o link!
Beijo, beijo, beijo e tchau!
;-)
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
O preço da flor
Qual preço dessa flor
Que vem de um lote enumerado
Fabricação no estado do Rio
E tem
Alfinete tão fechado
Tão desacostumado com o frio
Mas escondo o desejo
Escolho no bairro
Um lugar de esconder
E vai
Mais um quase beijo
Porque só a noite cobre
Os defeitos do ser
Qual preço dessa flor?
Que vai entre os tantos fios
De cabelo nos vazios de cor
E cai se o vento sopra a prova
Que a boca seca tem seu sabor
Mas encolho os dedos
E aperto nos olhos
O medo do fugir
E vai
Mais um quase toque
Na pele que arde
De tanto fingir
Qual preço dessa flor?
Que cai do lote enumerado
Sem fabricação ou estado de Rio
E tem
Alfinete tão fechado
Tão desacostumado com o frio
Mas encolho os dedos
E aperto em olhos
O medo de fugir
E vai
Mais um quase toque
Da boca que arde
De tanto fingir
(Mallu Magalhães - uma poeta. Quando eu aprender violão, essa vai ser música obrigatória no meu repertório.)
E vocês, o que gostam de ouvir?
Que vem de um lote enumerado
Fabricação no estado do Rio
E tem
Alfinete tão fechado
Tão desacostumado com o frio
Mas escondo o desejo
Escolho no bairro
Um lugar de esconder
E vai
Mais um quase beijo
Porque só a noite cobre
Os defeitos do ser
Qual preço dessa flor?
Que vai entre os tantos fios
De cabelo nos vazios de cor
E cai se o vento sopra a prova
Que a boca seca tem seu sabor
Mas encolho os dedos
E aperto nos olhos
O medo do fugir
E vai
Mais um quase toque
Na pele que arde
De tanto fingir
Qual preço dessa flor?
Que cai do lote enumerado
Sem fabricação ou estado de Rio
E tem
Alfinete tão fechado
Tão desacostumado com o frio
Mas encolho os dedos
E aperto em olhos
O medo de fugir
E vai
Mais um quase toque
Da boca que arde
De tanto fingir
(Mallu Magalhães - uma poeta. Quando eu aprender violão, essa vai ser música obrigatória no meu repertório.)
E vocês, o que gostam de ouvir?
sábado, 8 de novembro de 2014
Dilema, animes e sobrinhos...
Deve ser rara essa tal professora que entende de anime. Hoje
quero contar meus motivos. Primeiro, porque tenho um sobrinho, filho do meu
irmão, que tem certa fissura.
Às vezes o pai dele leva ele nesses eventos. Gasta uma
quantia bastante significativa na compra dos mangás que ele gosta. Aliás, tem
um que eu até gosto, que se chama Bleach. Eu só li as primeiras 10 aí cansei.
Mas não é que o autor gosta de escrever poemas? Ele é estranho como todo o
japonês tem que ser. Mas eu acho de certa forma muito... belo!
Claro, existem muitos outros. A maioria apela para a
violência e... bem, eu entendi que eu não tenho tempo pra ficar seguindo
aquelas novelas, aquelas histórias nas quais você perderá todo o entendimento
se piscar... e por aí vai.
No mês de outubro, tivemos aqui em Porto Alegre um desses
eventos, o maior deles. Anime Extreme (acho que é assim). Mas o ingresso estava
bem carinho para a titia do pequeno Gustavo, que não teve o menor jeito pra
dizer que não ia.
Agora, em novembro, um novo evento. Dessa vez, gratuito. Eu
tenho paciência com crianças, mas sinceramente não sei se devo ir. E se eu levo
o Gustavo, sei que vou ter de calçar tênis de corrida...
Pelo menos, vou poder ver de perto aquelas pessoas fantasiadas
de personagens de Bleach (vulgo, cosplays). Isso se eu for. Isso, se o
Gustavinho descobrir que vai ter mais esse evento.
Ou será que eu conto?
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
O preço de ser Professora
Eu me lembro de quando eu fazia estágio no curso Normal (que alguns de vocês conhecem por “Magistério”), a parte mais pesada era o planejamento e o relatório. Quem mais me impressionava era a Nandinha, que era uma colega minha superpontual e muito caprichosa com os trabalhos.
O que eu não sabia era o quanto ela se estressava para manter os planos em ordem. Só me dei conta no dia em que ela disse para a professora: “Nossa, mais um (trabalho)??? Vem cá, sora como é que tu vive?!”
A resposta da professora foi simples: “Planejando, corrigindo, aperfeiçoando!”. Simples - pra ela, né? - Eu queria ter mais tempo... Não só por causa de vocês, mas pela minha vidinha tumultuada de professora. Eu acordo muito cedo todas as manhãs e tem vezes que eu leciono tanto que me esqueço do que a Nandinha tava tentando nos alertar: é preciso viver.
Acreditem: eu não dou um espirro fora do planejamento, e às vezes me sinto presa nele. Sabem... o pior é que estou esquecendo de fazer um planejamento da minha vida.
Sim, hoje eu quero confessar isso pra vocês. Minha vida amorosa nada um tédio. Tinha sido muito melhor na época pós-formatura. E querem saber por quê?
Primeiro, porque eu tive um namorado. Eu não fui só uma nerdinha de óculos à vida toda. Bom, não era meu namorado oficial... era mais um “peguete”. Nos conhecíamos de longa data, já que ele era amigo do único garoto que fazia o curso Normal lá no colégio. Nas férias de inverno, rolou de sairmos (10 garotas e 4 garotos). Baladinha, noite boêmia... até sinuca eu joguei (tá, vamos dizer que joguei... eu participei!) e aconteceu, eu peguei o peguete!
Mas as aulas voltaram e a agenda apertou. Quero dizer, nem tanto, porque quando a gente gosta, a gente dá um jeito, né? Mas essa preparação toda para que eu tivesse minha própria sala de aula, meus alunos e minhas aulas exigia um tempo que as baladas não poderiam me dar. O certo foi abandoná-las. E não sinto falta delas.
...Já, do peguete, melhor nem comentar.
Se meus cálculos estiverem certos, acabamos de encontrar algo em comum. Foi como o Seu Celso falou: é o que eu preciso para que a gente se dê bem: vocês como meus leitores e eu como sua escritora. Comentem aí suas catástrofes amorosas e deixem os links dos seus blogs, (se é que eu já não estive lá).
E deixo a perguntinha no ar: Vocês tem vindo aqui pra eu me sentir melhor, ou será que eu to indo bem, mesmo?
O que eu não sabia era o quanto ela se estressava para manter os planos em ordem. Só me dei conta no dia em que ela disse para a professora: “Nossa, mais um (trabalho)??? Vem cá, sora como é que tu vive?!”
A resposta da professora foi simples: “Planejando, corrigindo, aperfeiçoando!”. Simples - pra ela, né? - Eu queria ter mais tempo... Não só por causa de vocês, mas pela minha vidinha tumultuada de professora. Eu acordo muito cedo todas as manhãs e tem vezes que eu leciono tanto que me esqueço do que a Nandinha tava tentando nos alertar: é preciso viver.
Acreditem: eu não dou um espirro fora do planejamento, e às vezes me sinto presa nele. Sabem... o pior é que estou esquecendo de fazer um planejamento da minha vida.
Sim, hoje eu quero confessar isso pra vocês. Minha vida amorosa nada um tédio. Tinha sido muito melhor na época pós-formatura. E querem saber por quê?
Primeiro, porque eu tive um namorado. Eu não fui só uma nerdinha de óculos à vida toda. Bom, não era meu namorado oficial... era mais um “peguete”. Nos conhecíamos de longa data, já que ele era amigo do único garoto que fazia o curso Normal lá no colégio. Nas férias de inverno, rolou de sairmos (10 garotas e 4 garotos). Baladinha, noite boêmia... até sinuca eu joguei (tá, vamos dizer que joguei... eu participei!) e aconteceu, eu peguei o peguete!
Mas as aulas voltaram e a agenda apertou. Quero dizer, nem tanto, porque quando a gente gosta, a gente dá um jeito, né? Mas essa preparação toda para que eu tivesse minha própria sala de aula, meus alunos e minhas aulas exigia um tempo que as baladas não poderiam me dar. O certo foi abandoná-las. E não sinto falta delas.
...Já, do peguete, melhor nem comentar.
Se meus cálculos estiverem certos, acabamos de encontrar algo em comum. Foi como o Seu Celso falou: é o que eu preciso para que a gente se dê bem: vocês como meus leitores e eu como sua escritora. Comentem aí suas catástrofes amorosas e deixem os links dos seus blogs, (se é que eu já não estive lá).
E deixo a perguntinha no ar: Vocês tem vindo aqui pra eu me sentir melhor, ou será que eu to indo bem, mesmo?
domingo, 2 de novembro de 2014
A sabedoria do Seu Celso
Sabia que meu pai parece com o falecido PC Farias?
Ele mesmo me falava... Até que um dia resolvi olhar para “o conjunto da obra”. E é mesmo: olhos pequenos, careca, físico do legendário Sr. Barriga... Desse outro, a comparação é inevitável!
Ontem pela manhã eu ainda dizia para ele abrir a mão e ordenar: “Pague o aluguel!” – e ele faz mesmo! Se um dia você for lá em casa, prepare-se para fugir de 14 meses de aluguel!
Mas, hoje depois do café, eu me sentei na frente do note e fiquei com aquela “síndrome do papel em branco”. Nada vinha. Seu Barriga, digo, Celso passou por mim e perguntou:
- O que houve, filha? Quebrô?
Digo:
- Nada não, pai. Eu tava aqui pensando em como fazer as pessoas irem até o meu blog e se identificarem...
Então, o seu Celso, no âmbito da sua sabedoria disse:
- Procura por coisas em comum entre tu e eles. Eu duvido que alguém não goste de ti depois que te conhecer...
Eu beijaria aquela carequinha, mas ele saiu antes que pudesse ouvir o meu “valeu, pai!”
Alguma coisa que temos em comum... me aguardem!
E... obrigada, Seu Celso!
;-)
Ele mesmo me falava... Até que um dia resolvi olhar para “o conjunto da obra”. E é mesmo: olhos pequenos, careca, físico do legendário Sr. Barriga... Desse outro, a comparação é inevitável!
Ontem pela manhã eu ainda dizia para ele abrir a mão e ordenar: “Pague o aluguel!” – e ele faz mesmo! Se um dia você for lá em casa, prepare-se para fugir de 14 meses de aluguel!
Mas, hoje depois do café, eu me sentei na frente do note e fiquei com aquela “síndrome do papel em branco”. Nada vinha. Seu Barriga, digo, Celso passou por mim e perguntou:
- O que houve, filha? Quebrô?
Digo:
- Nada não, pai. Eu tava aqui pensando em como fazer as pessoas irem até o meu blog e se identificarem...
Então, o seu Celso, no âmbito da sua sabedoria disse:
- Procura por coisas em comum entre tu e eles. Eu duvido que alguém não goste de ti depois que te conhecer...
Eu beijaria aquela carequinha, mas ele saiu antes que pudesse ouvir o meu “valeu, pai!”
Alguma coisa que temos em comum... me aguardem!
E... obrigada, Seu Celso!
;-)
sábado, 1 de novembro de 2014
Faltou...
1) Pega-pega
2) Esconde-esconde
3) Sapata ou Amarelinha
4) Polícia-e-Ladrão
5) Carrinho
6) Boneca
7) Casa de boneca
8) Roda
9) Balanço
10) Banho de Mangueira
11) Bicicleta
12) Queimada
13) Três-e-corta
Estava só lembrando-me da minha infância.
Que não tinha Facebook, Wats zap, Smartphone, Galaxy , Android, enfim: nada desses trambolhos virtuais e pós-modernos.
E eu não sei exatamente o porquê de eu me sentir tão mal olhando para as crianças no recreio da escola. Mas desconfio que é porque eu tive uma coisa que eles não tiveram. Uma, não. Treze!
2) Esconde-esconde
3) Sapata ou Amarelinha
4) Polícia-e-Ladrão
5) Carrinho
6) Boneca
7) Casa de boneca
8) Roda
9) Balanço
10) Banho de Mangueira
11) Bicicleta
12) Queimada
13) Três-e-corta
Estava só lembrando-me da minha infância.
Que não tinha Facebook, Wats zap, Smartphone, Galaxy , Android, enfim: nada desses trambolhos virtuais e pós-modernos.
E eu não sei exatamente o porquê de eu me sentir tão mal olhando para as crianças no recreio da escola. Mas desconfio que é porque eu tive uma coisa que eles não tiveram. Uma, não. Treze!
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Como tudo começou...
Depois que o seu Celso (meu pai) assinou ADSL aqui em casa (e não me perguntem, por favor! Não me perguntem o que ADSL, pois eu só sei que é internet de qualidade). Eu me vi pronta para escrever nos murais da vida.
Mas eu estava sem ideias. Só a minha prima Maira me botando a maior pilha "Tu tem que ter um feice!"
Mas eu estava sem ideias. Só a minha prima Maira me botando a maior pilha "Tu tem que ter um feice!"
Foi num supermercado que eu vi dois rapazes conversando. Um falava quase ininterruptamente sobre o tal “meu blog”. Outro falava de outros blogs. Mas eu estava entendendo. Eram citações sobre coisas cotidianas. O rapaz que mais falava queria escrever um livro. Não conseguiu, mas tinha uns 50 seguidores no blog.
Aí, me dei por conta! “É claro! Um blog! Esse rapaz é feliz e não sabe! Ele tem um espaço para anotar tudo o que falarem pra ele... tudo que ele pensar... simplesmente tudo!” Cheguei em casa, coloquei a mortadela na geladeira, o pão no cestinho e me joguei no computador. “Deixa eu achar um blog...”
Primeiro li dos famosos... mas sabe que deixar celular cair e bancar a festa do filho do afilhado do primeiro namorado não são prioridades na minha vida? Decidi me unir aos reles mortais. Unir-me aos que trabalham de 8 a 12 horas por dia e recorrem ao blog pra dividir coisas.
E fui me fascinando por poemas, por autores, por lirismo puro e impuro, por fanáticos e paranoicos... e, se querem saber: eu sou uma de vocês. Ainda estou começando, não sei bem como usar os recursos blogueiros e estranho suas gírias. Mas conheci gente bem-humorada e já estou seguindo alguns desses blogs. Não sonho muito com a fama, mas ela pode vir.
Começou assim... e eu ainda espero que me gostem. Pelo menos uma vez por semana estou por aqui.
;-)
Aí, me dei por conta! “É claro! Um blog! Esse rapaz é feliz e não sabe! Ele tem um espaço para anotar tudo o que falarem pra ele... tudo que ele pensar... simplesmente tudo!” Cheguei em casa, coloquei a mortadela na geladeira, o pão no cestinho e me joguei no computador. “Deixa eu achar um blog...”
Primeiro li dos famosos... mas sabe que deixar celular cair e bancar a festa do filho do afilhado do primeiro namorado não são prioridades na minha vida? Decidi me unir aos reles mortais. Unir-me aos que trabalham de 8 a 12 horas por dia e recorrem ao blog pra dividir coisas.
E fui me fascinando por poemas, por autores, por lirismo puro e impuro, por fanáticos e paranoicos... e, se querem saber: eu sou uma de vocês. Ainda estou começando, não sei bem como usar os recursos blogueiros e estranho suas gírias. Mas conheci gente bem-humorada e já estou seguindo alguns desses blogs. Não sonho muito com a fama, mas ela pode vir.
Começou assim... e eu ainda espero que me gostem. Pelo menos uma vez por semana estou por aqui.
;-)
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Olá.
Confesso que nunca me vi como escritora. Nunca, em toda a minha vida (e são pouco mais de 20 anos), eu imaginei que ia me engajar em um mundo como esse dos blogs. Como alguns de vocês devem saber, sou professora. Comecei a carreira na cidade de Guaíba (bem pertinho de Porto Alegre) e por enquanto, sou professora na Capital.
Leitura me faz falta. E livros bons são caros. Em um acordo com o seu Celso (meu pai), consegui botar banda larga aqui na minha casinha (do seu Celso também). Então estou eu aqui, conhecendo o WWW*.
Olhei para todo esse conhecimento de mundo, para todas essas ideias e pensei... nem facebook, nem Whatz, nem nada que tome muito do meu tempo. (Tenho planejamentos a fazer, provinhas para corrigir, e um País inteiro por mudar.)
Decidi, depois de quase um mês vendo coisas que essa tal de internet tem. Aliás, eu tenho uma prima que vivia me dizendo pra ter um facebook, pra colocar ideias no mural, para compartilhar fotos de projetos.
Não quero. Não quero parecer exibida, nem moderninha. Eu queria só um cantinho, de preferência só meu... e que as pessoas viessem até mim, pra dar uma olhadinha.
Decidi, não porque o tempo não deixa, mas porque eu tenho mais o que fazer dele, e não porque eu não poderia ficar horas, dias, fins de semana ou o resto da vida, de bobeira nas redes sociais...
Ah, sim... Decidi ser blogueira. Não gostei muito dessa paradinha de apelidos “bruxinha, gatinha, manhosinha”... eu tenho até nojo de “inha”. E eu sou mulher! Não “mulherzinha”.
Então... de Andréia, saiu “Déia” mesmo. Sei que não foi lá muito original, mas é o que a casa oferece!
Espero que gostem!
*World Wide Web
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