Ele mesmo me falava... Até que um dia resolvi olhar para “o conjunto da obra”. E é mesmo: olhos pequenos, careca, físico do legendário Sr. Barriga... Desse outro, a comparação é inevitável!
Ontem pela manhã eu ainda dizia para ele abrir a mão e ordenar: “Pague o aluguel!” – e ele faz mesmo! Se um dia você for lá em casa, prepare-se para fugir de 14 meses de aluguel!
Mas, hoje depois do café, eu me sentei na frente do note e fiquei com aquela “síndrome do papel em branco”. Nada vinha. Seu Barriga, digo, Celso passou por mim e perguntou:
- O que houve, filha? Quebrô?
Digo:
- Nada não, pai. Eu tava aqui pensando em como fazer as pessoas irem até o meu blog e se identificarem...
Então, o seu Celso, no âmbito da sua sabedoria disse:
- Procura por coisas em comum entre tu e eles. Eu duvido que alguém não goste de ti depois que te conhecer...
Eu beijaria aquela carequinha, mas ele saiu antes que pudesse ouvir o meu “valeu, pai!”
Alguma coisa que temos em comum... me aguardem!
E... obrigada, Seu Celso!
;-)
Ah como é bom ter esse carinho de pai, sinto falta disso!
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