quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Rapidinhas:

1)
- Tu não tá vestida como uma professora! Parece mais uma adolescente.
- Reclama lá no sindicato, vai!

2)
- Quem largou esse material aqui na poltrona?
- Repara não, querida. Mas se não me falha a memória, é material de Química. Reclama com a tua amiga, ali no fumódromo. Aproveita e termina esse cigarro.

3)
[prof1] - Agora que ela entrou no terceiro ano, tá se achando mulherzinha e tá fácil de pegar.
[prof2] - Já era antes. Mas agora acho que até com os professores...
[eu] - Não se preocupem com o processo por sedução de menor. Afinal de contas, duvido que vocês peguem, mesmo...

4)
- Tu é louca! E no caso de louco, é melhor não contrariar!
- Louca é tu, se discordar de mim!

7)
- Meu sonho é com uma louça digital. Aí eles só precisam copiar e colar eletronicamente.
- E assimilação (dos conteúdos) zero, né?

6)
- Teu projeto é bom. Mas me fala o que ele não tem.
- Uma idiota no planejamento.

Parem, pessoal. Sério. Eu não sou louca, mas vocês estão me atentando...

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Não rolou o evento...



Pois é, meus queridos. Devido a um fim de semana movimentado, não pude ir ao Parque da Redenção e fiquei sem ver o “mini evento” que aconteceu por lá.

Alguns amigos meus me falaram que não deu em nada, mas li uns comentários no facebook do Gustavo dizendo que foi um ótimo evento. Não bastando isso, o Gustavo foi, e eu não. Que ironia, não? Uma pena, afinal eu estava precisando descontrair um pouco. Vou voltar à vidinha de planejamentos e aulinhas, porque essas eu não tenho como escapar.

Aliás, já estamos na semana de provas. O quer dizer que talvez eu não possa postar com a frequência habitual, porque nesses casos eu tenho de fazer tudo em dobro: mais planos de aula, planos de revisão, provas e recuperações.

Bem, deixem-me parar de queixumes... Quem é que tem saco pra ler isso?

Se alguém souber de outro evento nas proximidades de Porto Alegre, por favor, me avisem por aqui ou pelo e-mail: deiabelmonte88@gmail.com.
Se vocês foram, me contem como foi. Tem fotos? Podem mandar o link!
Beijo, beijo, beijo e tchau!
;-)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O preço da flor

Qual preço dessa flor
Que vem de um lote enumerado
Fabricação no estado do Rio
E tem
Alfinete tão fechado
Tão desacostumado com o frio

Mas escondo o desejo
Escolho no bairro
Um lugar de esconder
E vai
Mais um quase beijo
Porque só a noite cobre
Os defeitos do ser

Qual preço dessa flor?
Que vai entre os tantos fios
De cabelo nos vazios de cor
E cai se o vento sopra a prova
Que a boca seca tem seu sabor

Mas encolho os dedos
E aperto nos olhos
O medo do fugir

E vai
Mais um quase toque
Na pele que arde
De tanto fingir

Qual preço dessa flor?
Que cai do lote enumerado
Sem fabricação ou estado de Rio
E tem
Alfinete tão fechado
Tão desacostumado com o frio

Mas encolho os dedos
E aperto em olhos
O medo de fugir

E vai
Mais um quase toque
Da boca que arde
De tanto fingir

(Mallu Magalhães - uma poeta. Quando eu aprender violão, essa vai ser música obrigatória no meu repertório.)

E vocês, o que gostam de ouvir?

sábado, 8 de novembro de 2014

Dilema, animes e sobrinhos...

Deve ser rara essa tal professora que entende de anime. Hoje quero contar meus motivos. Primeiro, porque tenho um sobrinho, filho do meu irmão, que tem certa fissura.

Às vezes o pai dele leva ele nesses eventos. Gasta uma quantia bastante significativa na compra dos mangás que ele gosta. Aliás, tem um que eu até gosto, que se chama Bleach. Eu só li as primeiras 10 aí cansei. Mas não é que o autor gosta de escrever poemas? Ele é estranho como todo o japonês tem que ser. Mas eu acho de certa forma muito... belo!

Claro, existem muitos outros. A maioria apela para a violência e... bem, eu entendi que eu não tenho tempo pra ficar seguindo aquelas novelas, aquelas histórias nas quais você perderá todo o entendimento se piscar... e por aí vai.

No mês de outubro, tivemos aqui em Porto Alegre um desses eventos, o maior deles. Anime Extreme (acho que é assim). Mas o ingresso estava bem carinho para a titia do pequeno Gustavo, que não teve o menor jeito pra dizer que não ia.

Agora, em novembro, um novo evento. Dessa vez, gratuito. Eu tenho paciência com crianças, mas sinceramente não sei se devo ir. E se eu levo o Gustavo, sei que vou ter de calçar tênis de corrida...

Pelo menos, vou poder ver de perto aquelas pessoas fantasiadas de personagens de Bleach (vulgo, cosplays). Isso se eu for. Isso, se o Gustavinho descobrir que vai ter mais esse evento.
Ou será que eu conto?

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O preço de ser Professora

Eu me lembro de quando eu fazia estágio no curso Normal (que alguns de vocês conhecem por “Magistério”), a parte mais pesada era o planejamento e o relatório. Quem mais me impressionava era a Nandinha, que era uma colega minha superpontual e muito caprichosa com os trabalhos.

O que eu não sabia era o quanto ela se estressava para manter os planos em ordem. Só me dei conta no dia em que ela disse para a professora: “Nossa, mais um (trabalho)??? Vem cá, sora como é que tu vive?!”

A resposta da professora foi simples: “Planejando, corrigindo, aperfeiçoando!”. Simples - pra ela, né? - Eu queria ter mais tempo... Não só por causa de vocês, mas pela minha vidinha tumultuada de professora. Eu acordo muito cedo todas as manhãs e tem vezes que eu leciono tanto que me esqueço do que a Nandinha tava tentando nos alertar: é preciso viver.

Acreditem: eu não dou um espirro fora do planejamento, e às vezes me sinto presa nele. Sabem... o pior é que estou esquecendo de fazer um planejamento da minha vida.

Sim, hoje eu quero confessar isso pra vocês. Minha vida amorosa nada um tédio. Tinha sido muito melhor na época pós-formatura. E querem saber por quê?

Primeiro, porque eu tive um namorado. Eu não fui só uma nerdinha de óculos à vida toda. Bom, não era meu namorado oficial... era mais um “peguete”. Nos conhecíamos de longa data, já que ele era amigo do único garoto que fazia o curso Normal lá no colégio. Nas férias de inverno, rolou de sairmos (10 garotas e 4 garotos). Baladinha, noite boêmia... até sinuca eu joguei (tá, vamos dizer que joguei... eu participei!) e aconteceu, eu peguei o peguete!

Mas as aulas voltaram e a agenda apertou. Quero dizer, nem tanto, porque quando a gente gosta, a gente dá um jeito, né? Mas essa preparação toda para que eu tivesse minha própria sala de aula, meus alunos e minhas aulas exigia um tempo que as baladas não poderiam me dar. O certo foi abandoná-las. E não sinto falta delas.

...Já, do peguete, melhor nem comentar.

Se meus cálculos estiverem certos, acabamos de encontrar algo em comum. Foi como o Seu Celso falou: é o que eu preciso para que a gente se dê bem: vocês como meus leitores e eu como sua escritora. Comentem aí suas catástrofes amorosas e deixem os links dos seus blogs, (se é que eu já não estive lá).

E deixo a perguntinha no ar: Vocês tem vindo aqui pra eu me sentir melhor, ou será que eu to indo bem, mesmo?

domingo, 2 de novembro de 2014

A sabedoria do Seu Celso

Sabia que meu pai parece com o falecido PC Farias?

Ele mesmo me falava... Até que um dia resolvi olhar para “o conjunto da obra”. E é mesmo: olhos pequenos, careca, físico do legendário Sr. Barriga... Desse outro, a comparação é inevitável!

Ontem pela manhã eu ainda dizia para ele abrir a mão e ordenar: “Pague o aluguel!” – e ele faz mesmo! Se um dia você for lá em casa, prepare-se para fugir de 14 meses de aluguel!

Mas, hoje depois do café, eu me sentei na frente do note e fiquei com aquela “síndrome do papel em branco”. Nada vinha. Seu Barriga, digo, Celso passou por mim e perguntou:

- O que houve, filha? Quebrô?

Digo:

- Nada não, pai. Eu tava aqui pensando em como fazer as pessoas irem até o meu blog e se identificarem...

Então, o seu Celso, no âmbito da sua sabedoria disse:

- Procura por coisas em comum entre tu e eles. Eu duvido que alguém não goste de ti depois que te conhecer...

Eu beijaria aquela carequinha, mas ele saiu antes que pudesse ouvir o meu “valeu, pai!”

Alguma coisa que temos em comum... me aguardem!

E... obrigada, Seu Celso!
;-)

sábado, 1 de novembro de 2014

Faltou...

1) Pega-pega
2) Esconde-esconde
3) Sapata ou Amarelinha
4) Polícia-e-Ladrão
5) Carrinho
6) Boneca
7) Casa de boneca
8) Roda
9) Balanço
10) Banho de Mangueira
11) Bicicleta
12) Queimada
13) Três-e-corta

Estava só lembrando-me da minha infância.

Que não tinha Facebook, Wats zap, Smartphone, Galaxy , Android, enfim: nada desses trambolhos virtuais e pós-modernos.

E eu não sei exatamente o porquê de eu me sentir tão mal olhando para as crianças no recreio da escola. Mas desconfio que é porque eu tive uma coisa que eles não tiveram. Uma, não. Treze!