Eu me lembro de quando eu fazia estágio no curso Normal (que alguns de vocês conhecem por “Magistério”), a parte mais pesada era o planejamento e o relatório. Quem mais me impressionava era a Nandinha, que era uma colega minha superpontual e muito caprichosa com os trabalhos.
O que eu não sabia era o quanto ela se estressava para manter os planos em ordem. Só me dei conta no dia em que ela disse para a professora: “Nossa, mais um (trabalho)??? Vem cá, sora como é que tu vive?!”
A resposta da professora foi simples: “Planejando, corrigindo, aperfeiçoando!”. Simples - pra ela, né? - Eu queria ter mais tempo... Não só por causa de vocês, mas pela minha vidinha tumultuada de professora. Eu acordo muito cedo todas as manhãs e tem vezes que eu leciono tanto que me esqueço do que a Nandinha tava tentando nos alertar: é preciso viver.
Acreditem: eu não dou um espirro fora do planejamento, e às vezes me sinto presa nele. Sabem... o pior é que estou esquecendo de fazer um planejamento da minha vida.
Sim, hoje eu quero confessar isso pra vocês. Minha vida amorosa nada um tédio. Tinha sido muito melhor na época pós-formatura. E querem saber por quê?
Primeiro, porque eu tive um namorado. Eu não fui só uma nerdinha de óculos à vida toda. Bom, não era meu namorado oficial... era mais um “peguete”. Nos conhecíamos de longa data, já que ele era amigo do único garoto que fazia o curso Normal lá no colégio. Nas férias de inverno, rolou de sairmos (10 garotas e 4 garotos). Baladinha, noite boêmia... até sinuca eu joguei (tá, vamos dizer que joguei... eu participei!) e aconteceu, eu peguei o peguete!
Mas as aulas voltaram e a agenda apertou. Quero dizer, nem tanto, porque quando a gente gosta, a gente dá um jeito, né? Mas essa preparação toda para que eu tivesse minha própria sala de aula, meus alunos e minhas aulas exigia um tempo que as baladas não poderiam me dar. O certo foi abandoná-las. E não sinto falta delas.
...Já, do peguete, melhor nem comentar.
Se meus cálculos estiverem certos, acabamos de encontrar algo em comum. Foi como o Seu Celso falou: é o que eu preciso para que a gente se dê bem: vocês como meus leitores e eu como sua escritora. Comentem aí suas catástrofes amorosas e deixem os links dos seus blogs, (se é que eu já não estive lá).
E deixo a perguntinha no ar: Vocês tem vindo aqui pra eu me sentir melhor, ou será que eu to indo bem, mesmo?
O que eu não sabia era o quanto ela se estressava para manter os planos em ordem. Só me dei conta no dia em que ela disse para a professora: “Nossa, mais um (trabalho)??? Vem cá, sora como é que tu vive?!”
A resposta da professora foi simples: “Planejando, corrigindo, aperfeiçoando!”. Simples - pra ela, né? - Eu queria ter mais tempo... Não só por causa de vocês, mas pela minha vidinha tumultuada de professora. Eu acordo muito cedo todas as manhãs e tem vezes que eu leciono tanto que me esqueço do que a Nandinha tava tentando nos alertar: é preciso viver.
Acreditem: eu não dou um espirro fora do planejamento, e às vezes me sinto presa nele. Sabem... o pior é que estou esquecendo de fazer um planejamento da minha vida.
Sim, hoje eu quero confessar isso pra vocês. Minha vida amorosa nada um tédio. Tinha sido muito melhor na época pós-formatura. E querem saber por quê?
Primeiro, porque eu tive um namorado. Eu não fui só uma nerdinha de óculos à vida toda. Bom, não era meu namorado oficial... era mais um “peguete”. Nos conhecíamos de longa data, já que ele era amigo do único garoto que fazia o curso Normal lá no colégio. Nas férias de inverno, rolou de sairmos (10 garotas e 4 garotos). Baladinha, noite boêmia... até sinuca eu joguei (tá, vamos dizer que joguei... eu participei!) e aconteceu, eu peguei o peguete!
Mas as aulas voltaram e a agenda apertou. Quero dizer, nem tanto, porque quando a gente gosta, a gente dá um jeito, né? Mas essa preparação toda para que eu tivesse minha própria sala de aula, meus alunos e minhas aulas exigia um tempo que as baladas não poderiam me dar. O certo foi abandoná-las. E não sinto falta delas.
...Já, do peguete, melhor nem comentar.
Se meus cálculos estiverem certos, acabamos de encontrar algo em comum. Foi como o Seu Celso falou: é o que eu preciso para que a gente se dê bem: vocês como meus leitores e eu como sua escritora. Comentem aí suas catástrofes amorosas e deixem os links dos seus blogs, (se é que eu já não estive lá).
E deixo a perguntinha no ar: Vocês tem vindo aqui pra eu me sentir melhor, ou será que eu to indo bem, mesmo?
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